Por esta altura do campeonato, a senhora Merkel andará com mais uma dor de cabeça. Ainda com os problemas da Ucrânia, da Grécia, e dos migrantes por resolver; a adivinhar-se uma longa batalha com David Cameron para mudar as regras da União Europeia (impedindo assim que em 2017 os britânicos não votem em referendo pela saída do Reino Unido); cai-lhe mais uma bomba em cima: que fazer com um dos maiores grupos da indústria automóvel europeia, sediada na Alemanha, que anda a enganar os consumidores e as entidades reguladoras há anos?