The Sims

Quando me falaram em “The Sims” a minha reacção inicial foi: “OH NÃO, um simulador do Big Brother, o que vão inventar agora mais…”. Tendo sido uma das raras pessoas à escala mundial a ter conseguido sobreviver sem ter visto um único episódio completo do Big Brother (ajuda o facto de não ter televisor em casa).

Depois lá resolvi jogá-lo quando me ofereceram uma cópia e realmente posso dizer que foi das coisas mais giras que alguma vez joguei.

O jogo merece um destaque especial por ter criado a sua classificação própria. Penso que a descrição “Simulador de Big Brother” é adequada: controlamos uma família, com todas as suas necessidades fisiológicas 🙂 e o nosso objectivo é, aos poucos, mantê-los vivos e satisfeitos, aumentando, se possível, o nível de vida.

O “nível de vida” é uma noção mais ou menos abstracta: ganhar dinheiro, expandir a casa, enchê-la de objectos brilhantes, bonitos, e de preferência, caros 🙂 Ok, bem vindo aos prazeres de uma vida quotidiana suburbana!

É simples de começar a jogar mas bastante difícil de conseguir dominar. À medida que o jogo vai progredindo, a família aumenta de dimensão, depois vai precisando de ter cada vez mais “skills”, que necessita de adquirir colocando-se os nossos bonecos a fazer exercícios – físicos, mentais, etc. Com mais skills podem candidatar-se a empregos mais bem pagos.

Alguns skills são “sociais”, isto é, devemos interagir com os outros Sims para ganharmos skills sociais. Isto traduz-se em criar festas, animação, juntar pessoas em actividades de grupo, e comer. Comer muito. Sim, os Sims adoram comer 🙂

Nunca joguei a versão Sims Online, mas aparentemente a piada que tem é ser possível a interacção com outros jogadores. Mas para isso mais vale ler os pormenores do Second Life…

Os Sims já têm, obviamente, “concorrentes”. Uma versão divertida baseada mais ou menos na mesma forma de jogar é o Space Colony. Aqui infelizmente todas as personagens foram pré-geradas, mas o jogo é claramente inspirado nos Sims originais. E devem haver mais coisas do género…

Nota: Nunca pensei, mais tarde, vir a conhecer a Robin Harper, a senhora que lançou a campanha de publicidade e marketing do The Sims e que o tornou no jogo mais vendido em todo o mundo — mundo este que é mesmo pequeno 🙂

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